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MUSEU NACIONAL, 30 MINUTOS DE ATRASO FORAM DEVASTADOR
03/09/2018 14:06 em CIÊNCIA

O reitor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Roberto Leher, criticou a postura e a falta de estrutura do Corpo de Bombeiros no combate ao incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro, que é gerido pela universidade.  

"É óbvio que a forma de combate não guardou proporção com o tamanho do incêndio. Percebemos claramente que faltou logística e capacidade de infraestrutura do Corpo de Bombeiros que desse conta de um acontecimento tão devastador com foi esse", afirmou. 

O fogo no Museu Nacional começou às 19h30 de domingo. Os primeiros batalhões dos bombeiros que chegaram ao local tiveram o trabalho limitado por causa da falta de água nos hidrantes. Os bombeiros contaram com apoio de carros-pipas e da água de um lago da Quinta da Boa Vista, onde fica o museu. 

 

Os próprios bombeiros admitiram que o problema com a água atrapalhou o início dos trabalhos e atrasou o combate às chamas em mais de 30 minutos. 

O reitor apontou que a equipe da UFRJ tentou ajudar os bombeiros. "A própria equipe da prefeitura universitária orientou os bombeiros onde buscar água. Tivemos certamente problemas de logística. Essa dificuldade logística não é do âmbito do Museu Nacional", afirmou. 

Roberto Leher ainda admitiu que a falta de verbas impediu obras para melhorar a infraestrutura do Museu Nacional. "A UFRJ, como as demais universidades brasileiras, vive hoje em um contexto de muita restrição orçamentária. E é obvio que nesse contexto todas as áreas da universidade são afetadas", disse. 

FONTE:Agência de notícias/ Destak jornal

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